|
|
Era um menino bonito, Queria roupa de grife, O assalto não deu certo. No chão, morrendo, se via no outdoor...
Quando voltar o vento frio E qual folha morta flutuando Liberdade é um conjunto vazio. Seiva livre só corre no alburno.
Não se zangue oh! amante amiga Ou versos extravagantes Sossega. Ser poeta é ter empatia. E assuma: ver-se no outro é poesia.
Quantas vezes mais devo segredar Como viver apenas o presente O jeito é olvidar que se esvai o sopro. Paciência. O tempo de Deus é outro.
Meros papéis rasgados Um poema natimorto, Perderam-se muitas rimas. Mas que dizer da auto-estima?
(October, 2008) |